Quem sou eu
- Eu e minhas praias....
- Sempre gostei de escrever pra desabafar, então este é o objetivo maior deste blog. Sou carioca, amo o sol e o mar. A natureza me faz sentir viva e perto de Deus. Além dela, são meus amigos, a coisa mais valiosa que possuo. Sou jornalista e gosto muito mesmo de cantar. Recentemente, estou apaixonada pela ioga e suas posturas restauradoras. Tenho sonhos a realizar, frustações para lidar, hábitos para modificar e muitas praias a explorar - não apenas no sentido literário da palavra - e muito amor no coração (É o que me salva). Namastê!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Catarse = blog
Sempre fui meio contra a Internet. Não que não fosse usuária desde o início para trabalho, pesquisas e e-mail. Mas a quantidade infinita de informações com que esse "avanço" pode nos bombardear, a idéia de entrar num chat e conversar com estranhos, tudo isso me apavorava. Inclusive, já foi provado cientificamente que excesso de informação faz mal à saúde mental. Gente, variedade de opções é uma coisa, mas o excesso de opções é loucura! A idéia de blog, então.... me parecia extremamente estúpida. Na minha cabeça era o seguinte: uma pessoa (famosa ou anônima) escreve sobre sua vida ou sobre fatos que considera relevantes e coloca na rede para o mundo inteiro ver???? Pra quê, por quê? Não basta o velho e conhecido diário? A resposta é NÃO. Não basta. A sensação de fazer um "post" e dar o "send" gera um alívio semelhante ao da catarse. De repente, aquilo tudo que estava dentro de você - idéias, pensamentos não te pertencem mais (o que me faz lembrar aquele bordão maravilhoso: "Isso não te pertence mais!"), não são mais de foro íntimo. Passou para o domínio público. E isso traz paz. Pelo menos, para mim. Fiz este blog há poucos dias, e, apenas ontem, enviei o endereço aos meus amigos e conhecidos. Mas mesmo que ninguém leia o que escrevo ou que ninguém poste nenhum comentário a respeito, me sacio com a sensação libertadora de "soltar os bichos", mandar um pouco de mim pro universo, como se enviasse minhas palavras pra bem alto. Lá onde vivem as estrelas. Ou como soltar uma pipa planejada por você, só sua, pensada por você. Mas que quando é lançada ao vento, não se sabe pra onde vai. E o melhor de tudo é não saber... Namastê! (Ah, para não parecer esnobe, pra quem não sabe namastê é a saudação indiana de paz!)
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